Last Updated on 10/09/2026
Quanto você paga de verdade, o que um ingresso “sem fila” realmente pula, por que o pôr do sol em Paris não é às 18h — e o dia em que um brasileiro deu a volta na torre pelo ar.
Vai subir na Torre Eiffel? Quase todo problema dessa visita vem de três coisas: o andar errado no ingresso, o pilar errado na chegada, ou um valor a mais pago para pular uma fila que o seu ingresso já pulava. Nenhuma das três custa dinheiro para evitar. Custa cinco minutos de leitura antes de sair do hotel.
Nesta página: as duas filas e o que o ingresso realmente pula, qual pilar é o seu, topo ou 2º andar, elevador ou escadas, o pôr do sol e a época em que você viaja, horários e fechamento por vento, como chegar, Santos-Dumont e a torre, visita com guia que fala português e os preços.
O OfficialGuides é um diretório de guias de turismo independentes e credenciados. Não somos a bilheteria oficial da Torre Eiffel — ela é o toureiffel.paris, operado pela SETE. Os links de ingressos desta página levam a uma plataforma de revenda autorizada e são links de afiliado; o preço que você paga não muda.
A fila da bilheteria na base da torre. Na alta temporada passa bem de uma hora — e é só uma das duas filas que esperam por você.
A Torre Eiffel é uma estrutura de ferro pudlado de 324 metros sobre o Champ-de-Mars, na margem esquerda do Sena. Gustave Eiffel a construiu para a Exposição Universal de 1889 e ela deveria ser desmontada; sobreviveu principalmente porque se mostrou útil como antena de rádio. Hoje recebe mais de seis milhões de visitantes por ano — é o monumento pago mais visitado do mundo.
Na prática são só duas decisões: até onde subir — o 2º andar, a 115 metros, ou o topo, a 276 — e como subir, de elevador ou a pé. Preço, espera e tempo lá em cima saem daí.
As duas filas — e o que o seu ingresso realmente pula
Este é o ponto pior explicado da visita inteira, e o motivo pelo qual gente que pagou mais caro acaba esperando em pé do mesmo jeito.
Na base da torre existem duas filas separadas.
1. A fila da bilheteria. É a das fotos, e existe só para quem compra no local, no dia. Qualquer ingresso comprado antes — oficial ou de revenda, barato ou caro — pula essa fila inteira. Você não precisa de um produto mais caro para isso. Você precisa ter comprado alguma coisa antes.
2. A inspeção de segurança. Todo mundo, sem exceção, passa por detector de metais e revista de bolsas dentro do perímetro cercado, como em aeroporto. Nenhum ingresso pula essa. Reserve de 10 a 20 minutos na temporada e viaje leve: malas e bolsas grandes são recusadas na entrada e não existe guarda-volumes na torre.
Então, quando um anúncio promete “sem fila”, ele fala da primeira — aquela que o seu ingresso oficial de € 23,50 já evitava. O que o valor a mais compra de verdade é uma destas três coisas: alguém que recebe você e conduz a entrada, uma vaga garantida numa data que o site oficial mostra esgotada, ou um pacote com algo a mais — uma refeição, um passeio de barco, um guia. Isso pode valer a pena. Entrar mais rápido, sozinho, não é o que você está comprando.
Qual dos quatro pilares é o seu
A torre tem quatro pilares — Norte, Sul, Leste e Oeste — e o ingresso designa uma entrada específica. Ingressos de elevador normalmente entram pelo lado leste, os de escada pelo sul, e o perímetro é cercado: não dá para cortar caminho por baixo. Dar a volta na base a pé são dez a quinze minutos tirados direto da sua faixa de horário.
Confira a entrada indicada no ingresso antes de sair e esteja lá uns 15 minutos antes de a sua faixa abrir. O mapa oficial de acessos indica a Entrada 1, Allée des Refuzniks, do lado de Bir-Hakeim, que é a primeira que quem chega de metrô encontra — mas confirme na sua própria reserva.
Chegar uma hora antes não adianta: mandam você voltar depois. A tolerância real gira em torno de meia hora e depende do movimento do dia.
Topo ou segundo andar?
O topo, a 276 metros, não é só mais alto: é outra coisa. Panorama real de 360°, o escritório reconstituído de Gustave Eiffel com as figuras de cera de Eiffel, da filha Claire e de Thomas Edison, o farol que varre Paris à noite e um pequeno bar de champanhe. É também o nível que esgota primeiro e o primeiro a fechar quando venta.
O 2º andar, a 115 metros, é a escolha prática, e um número surpreendente de quem volta uma segunda vez prefere ele. Você está perto o bastante para ler a cidade: a cúpula dos Invalides, o Arco do Triunfo, as curvas do Sena, Montmartre na colina. Do topo, Paris achata e vira um mapa cinza. É mais barato, flui melhor e é a decisão sensata com criança pequena ou perna cansada.
Dos 276 metros o panorama é completo — mas a cidade se lê como um mapa. Muita gente acha a plataforma de 115 metros mais legível.
Elevador ou escadas
As escadas até o 2º andar são 674 degraus por dentro do ferro e, a € 14,80, a forma mais barata de entrar no monumento. São também o único jeito de ver a estrutura de verdade: os rebites, a curva dos arcos, a sensação de estar dentro de uma obra de engenharia e não num mirante. Um adulto razoavelmente disposto leva de 30 a 45 minutos com paradas.
Duas ressalvas. O acesso pelas escadas fecha bem antes dos elevadores, muitas vezes no fim da tarde fora de temporada, e pode fechar com tempo ruim. E não existe mais ingresso que permita subir a pé até o topo: as escadas terminam no 2º andar e o topo só se alcança de elevador. O ingresso combinado de € 28,00 — escadas na subida e depois o elevador do topo a partir do 2º andar — é o caminho mais barato até os 276 metros.
O elevador funciona com qualquer clima e é o único caminho para carrinhos de bebê e pessoas com mobilidade reduzida. Vai do térreo ao 2º andar, onde se troca para o elevador exclusivo do topo.
🛗 Topo de elevador
Térreo → 2º andar → troca para o elevador do topo. A rota clássica até 276 m, a mais confortável. Esgota primeiro e fecha primeiro com vento.
🛗 2º andar de elevador
Direto para a plataforma de 115 m. O melhor equilíbrio entre preço, vista e espera, e a escolha habitual em família.
🪜 Escadas + elevador para o topo
674 degraus até o 2º andar e depois o elevador do topo. Economiza € 8,70 em relação ao ingresso só de elevador e coloca você perto do ferro.
🪜 Escadas até o 2º andar
O ingresso mais barato do monumento. Uma subida de verdade, e o melhor olhar sobre a própria estrutura. Confirme se o acesso está aberto na sua faixa.
O pôr do sol em Paris não é às 18h
Este é o erro de planejamento mais comum entre brasileiros, e ele custa caro porque a faixa de horário não se remarca.
No Brasil, o sol se põe mais ou menos no mesmo horário o ano inteiro. Em Paris, não: no fim de junho o sol se põe perto das 22h, e no fim de dezembro por volta das 17h. Cinco horas de diferença entre uma viagem de julho e uma de janeiro. Quem reserva “a faixa do pôr do sol” imaginando o horário de casa erra o alvo nos dois sentidos: em julho chega cedo demais e pega sol a pino; em dezembro reserva às 19h e a cidade já está escura há duas horas.
Antes de escolher a faixa, olhe o horário do pôr do sol para a sua data exata. A regra prática é entrar cerca de uma hora antes dele: você pega a luz dourada, o anoitecer e o primeiro cintilar sem trocar de ingresso.
As duas épocas em que os brasileiros viajam
Vale dizer o que cada uma significa lá em cima, porque as férias brasileiras caem justamente nos dois extremos do calendário parisiense.
- ❄️ Janeiro e fevereiro (férias de verão no Brasil). É o inverno parisiense: dias curtos, frio de verdade, céu baixo e neblina com frequência. É também quando a operadora costuma fazer as manutenções programadas dos elevadores, nas semanas mais calmas do ano — vale checar o site oficial antes de contar com o topo. Em compensação, é a época com menos fila e mais disponibilidade.
- ☀️ Julho (férias de inverno no Brasil). Auge da temporada europeia: dias longuíssimos, calor, e a torre no pico de lotação junto com o mês de férias dos próprios europeus. Reserve com semanas de antecedência e evite a faixa do fim de tarde.
Se você tem flexibilidade, maio, começo de junho, setembro e outubro entregam a melhor combinação: dias ainda longos, temperatura civilizada e menos gente do que em julho.
Horários e fechamento por vento
A torre abre todos os dias do ano, sem dia fixo de fechamento. Os horários são sazonais:
- De meados de junho a início de setembro: aproximadamente das 09h00 à 00h45, com a última subida ao topo por volta das 23h00.
- Resto do ano: aproximadamente das 09h30 às 23h00 de elevador, última entrada por volta das 22h30. As escadas fecham bem antes, muitas vezes entre 18h00 e 18h30.
O 2º andar, a 115 metros: perto o bastante para reconhecer os monumentos lá embaixo, que é justamente o que falta no topo.
O que exige planejamento é o topo. É uma plataforma aberta no alto de uma estrutura metálica e fecha sem aviso com vento forte, tempestade e, às vezes, com gelo: a torre oscila de leve com o vento por projeto, e a operadora para os elevadores do topo muito antes de isso virar uma questão de segurança. Some as manutenções programadas de elevador, em geral em janeiro e fevereiro. Quando acontece no meio da visita, não há reembolso: você fica no 2º andar.
Daí saem dois conselhos. Se o topo é o motivo da viagem, confira o status no mesmo dia no site oficial ou no aplicativo. E, se tiver folga no roteiro, coloque o topo nos primeiros dias, nunca no último. Nunca reserve o topo para a noite em que você voa de volta.
Como chegar à Torre Eiffel
O endereço oficial é 5 Avenue Anatole France, 75007 Paris, no Champ-de-Mars. Transporte público é a escolha sensata: trânsito pesado e estacionamento escasso na região.
- 🚇 Metrô linha 6 até Bir-Hakeim: a estação mais próxima, menos de dez minutos a pé até a Entrada 1. O trecho elevado da linha 6 é, de quebra, uma das melhores vistas gratuitas de Paris.
- 🚇 Metrô linha 9 até Trocadéro: uns quinze minutos, do outro lado do rio. Vale o desvio: é ali que sai a foto, e você desce em direção à torre de frente, pelas escadarias do Palais de Chaillot.
- 🚇 Metrô linha 8 até École Militaire: quinze minutos, subindo todo o Champ-de-Mars.
- 🚆 RER C até Champ de Mars–Tour Eiffel: a poucos passos dos pilares sul.
- 🚌 Ônibus 42, 69, 82 e 87, com parada a poucos minutos da base.
⚠️ Domingos sem metrô, de setembro a novembro
Confira antes de marcar uma visita de domingo. Por causa de obras de modernização, a linha 6 fica interrompida entre Charles de Gaulle–Étoile e La Motte-Picquet–Grenelle em sete domingos deste outono europeu, o que fecha Bir-Hakeim, a estação mais próxima. As datas: 6 e 20 de setembro, 4, 11 e 18 de outubro, 8 e 22 de novembro de 2026. Um ônibus substitutivo circula no trecho fechado e a linha de ônibus 73 é reforçada.
Se a sua visita cair num desses domingos, não conte com Bir-Hakeim: use Trocadéro (linha 9), que é uma chegada mais bonita de todo jeito, École Militaire (linha 8) ou o RER C. Acrescente quinze minutos ao que o aplicativo disser — a sua faixa de horário não espera problema de transporte.
O dia em que um brasileiro deu a volta na torre pelo ar
Quase ninguém conta isso na fila, e para um visitante brasileiro muda bastante o que se vê lá de cima.
Em 1900, o magnata do petróleo Henri Deutsch de la Meurthe ofereceu 100 mil francos a quem conseguisse sair do Parc de Saint-Cloud, dar a volta na Torre Eiffel e voltar ao ponto de partida em menos de trinta minutos, por meios próprios e sem tocar o solo. Cerca de onze quilômetros de ida e volta, num tempo que ninguém sabia se era possível.
Alberto Santos-Dumont aceitou. As tentativas anteriores terminaram mal — numa delas, em agosto de 1901, o dirigível nº 5 rasgou, perdeu hidrogênio e pegou fogo contra a cobertura de um hotel no Trocadéro, exatamente onde hoje todo mundo tira a foto da torre. Ele saiu vivo daquilo.
Na tarde de 19 de outubro de 1901, com o dirigível nº 6, Santos-Dumont decolou de Saint-Cloud, contornou a Torre Eiffel e voltou. Tempo: 29 minutos e 30 segundos. Houve discussão sobre a contagem exata por causa do atraso na amarração, mas a pressão pública resolveu, e o prêmio foi concedido oficialmente em 4 de novembro. Ele não ficou com o dinheiro: dividiu entre os seus mecânicos e os pobres de Paris.
Do 2º andar, você vê o cenário inteiro. Olhando para o oeste, na direção do arco do Sena, está Saint-Cloud, de onde ele partiu. Bem ali embaixo, do outro lado do rio, está o Trocadéro, onde o nº 5 tinha pegado fogo dez semanas antes. E mais ao norte, no Bois de Boulogne, fica o campo de Bagatelle, onde em 1906 ele voou o 14-Bis diante de uma multidão e de uma comissão oficial — o voo que o Brasil reconhece como o primeiro de um aparelho mais pesado que o ar.
Vale acrescentar uma coisa sobre a torre em si: Santos-Dumont escolheu contorná-la porque, em 1901, ela era o objeto mais visível e mais alto de Paris — um ponto que qualquer parisiense podia enxergar de longe e usar como testemunha. A torre não era só o obstáculo do desafio. Era o juiz.
Comer na torre
São três coisas diferentes, que não convém confundir. O Madame Brasserie, no 1º andar, é um restaurante com serviço à mesa cuja reserva inclui o acesso de elevador: a visita vira uma refeição e a fila de ingressos deixa de ser problema seu. O Le Jules Verne, no 2º andar, é o estrelado — reserva com semanas de antecedência e preço à altura. E há os bufês e bares do 1º e do 2º andar, além do bar de champanhe do topo, para quem só quer um sanduíche ou uma taça com vista.
Reserva de restaurante não é ingresso para os níveis superiores: leva ao andar dele. Se quiser também o topo, isso é um ingresso à parte.
A torre sem ingresso
O ingresso compra a vista da torre. A vista para a torre — a das fotos de todo mundo — é de graça, e muita gente aproveita mais.
- ✨ O cintilar. Depois de escurecer, 20 mil lâmpadas piscam por cinco minutos no início de cada hora, até as 23h00 (mais tarde no auge do verão). De graça de qualquer ponto com linha de visão, e o momento mais confiável de uma noite parisiense.
- 📸 Trocadéro. O terraço do Palais de Chaillot dá a vista frontal clássica. Cheio e cheio de camelôs, mas a composição é imbatível — de manhã cedo é quase só sua.
- 🌿 Champ-de-Mars. O gramado atrás, onde os parisienses de fato sentam. Melhor na hora antes do pôr do sol.
- 🌉 Ponte de Bir-Hakeim. A ponte de dois níveis com o metrô por cima: a vista na diagonal que os fotógrafos procuram, e bem mais tranquila que o Trocadéro.
- 🏛️ Rue de l’Université, nº 29. A torre emoldurada no fim de uma rua haussmanniana estreita, a cinco minutos da base. Mais um truque de morador do que um mirante.
Em família e com orçamento contado, um ingresso de escadas de € 14,80 para um adulto mais uma noite no Champ-de-Mars para todos é um plano perfeitamente defensável. Ninguém é obrigado a gastar € 150 para aproveitar este monumento.
Visitar com guia que fala português
A torre não precisa de muita explicação para ser aproveitada, mas um guia muda o que você faz com o resto do dia: o Champ-de-Mars, a área da Exposição de 1889, o Trocadéro e o 7º arrondissement em volta formam uma caminhada coerente de meio dia que a maioria dos visitantes reduz a uma foto.
Um guia particular credenciado em Paris costuma custar de € 80 a € 100 por hora para o grupo inteiro, não por pessoa, com os ingressos à parte. Guias que falam português em Paris são menos numerosos que os de inglês ou francês, então vale pedir com antecedência.
O OfficialGuides conecta viajantes diretamente a guias independentes e credenciados — sem agência no meio e sem comissão sobre o cachê do guia.
SOLICITAÇÃO DE GUIA PARTICULAR
Informe as suas datas, o número de pessoas, o idioma e um celular com código do país. Os guias disponíveis respondem com a disponibilidade e o preço deles.
Preços dos ingressos
Estas são as tarifas oficiais definidas pela SETE, a operadora, e valem igualmente online e na bilheteria. Reservar no site oficial não tem acréscimo — por isso ele deve ser sempre a primeira parada.
| Ingresso oficial (adulto 25+) | Preço |
|---|---|
| Escadas até o 2º andar 674 degraus. A forma mais barata de entrar no monumento. | € 14,80 |
| 2º andar de elevador O ingresso mais vendido e o que fica disponível por mais tempo. | € 23,50 |
| Escadas até o 2º andar + elevador para o topo O caminho mais barato até os 276 metros. | € 28,00 |
| Topo de elevador A subida completa, toda de elevador. Esgota primeiro. | € 36,70 |
Jovens de 12 a 24 anos pagam por volta da metade da tarifa adulta e crianças de 4 a 11, por volta de um quarto, numa faixa que vai de € 3,80 a € 18,40. Menores de 4 anos entram de graça, mas precisam de um ingresso de zero euro, porque a capacidade dos elevadores é contada por pessoa. Pessoas com deficiência e um acompanhante têm tarifa reduzida mediante comprovante — reduzida, e não gratuita como no Louvre ou em Versalhes. Aqui o desconto depende da idade, não do país de residência: a gratuidade para residentes da UE com menos de 26 anos, conhecida dos museus nacionais franceses, não vale na torre. São as tarifas oficiais em vigor; confirme o valor exato no pagamento.
Quando o site oficial está esgotado
Os ingressos oficiais de elevador são liberados cerca de 60 dias antes e os de escada cerca de 40 dias. As faixas do topo perto do pôr do sol somem primeiro. Se as suas datas aparecerem vazias, as plataformas de revenda têm cotas próprias, normalmente com um acompanhante que recebe você e resolve a entrada. Você paga acima da tarifa oficial por esse serviço, não por entrar mais rápido.
| Opção | A partir de |
|---|---|
| Site oficial, ingresso com hora marcada Sempre a opção mais barata enquanto houver vaga nas suas datas. Comece por aqui. | € 14,80 Site oficial → |
| Acesso acompanhado ao 2º andar (revenda) Alguém recebe você, resolve a entrada e sobe junto até os 115 m. Útil quando as suas datas já não estão no site oficial. | € 39 Ver disponibilidade → |
| Acesso ao topo de elevador (revenda) Entrada reservada até os 276 metros em datas que o site oficial já esgotou. | € 99 |
Os preços de revenda variam com a data e a procura e aparecem atualizados na hora da reserva. Nenhum ingresso, a qualquer preço, dispensa a inspeção de segurança.
Qual ingresso combina com a sua viagem
Primeira vez, noite livre → Topo de elevador, reservado com a maior antecedência possível.
Com crianças → 2º andar de elevador, no meio da manhã.
Disposto e curioso pela estrutura → Escadas até o 2º andar, e a decisão sobre o elevador do topo se toma lá.
Viagem em janeiro ou fevereiro → Cheque manutenção de elevador antes de contar com o topo.
Orçamento apertado → Escadas por € 14,80, ou o cintilar do Champ-de-Mars de graça.
Domingo entre setembro e novembro → Veja antes as datas de interrupção da linha 6.
Dicas práticas
- 🎒 Viaje leve. Malas e bolsas grandes são recusadas, e não há guarda-volumes no local.
- 📱 Ingresso no celular. É um QR com hora marcada, escaneado em mais de um ponto.
- 🪪 Documento para tarifas reduzidas. A idade é conferida no controle, assim como o comprovante de deficiência.
- 🚫 Não dá para fazer upgrade lá dentro. Ingresso de 2º andar continua de 2º andar — na dúvida, escolha o topo na compra.
- 🧥 Vista-se para o alto. O topo é aberto e bem mais frio e ventoso que o térreo, mesmo em julho.
- 🕒 Conte duas a três horas para a visita em si, mais se quiser comer ou ficar para o cintilar.
Como encaixar no resto da viagem
A torre é meio dia no máximo e fica longe dos museus da margem direita. Se você está montando o roteiro, o Louvre funciona na mesma lógica de faixas de horário e merece uma manhã só dele, em vez de ser espremido depois da torre; o nosso guia de ingressos do Louvre explica a tarifa dupla criada em janeiro e por qual entrada compensa entrar.
Perguntas frequentes
Quanto custam os ingressos para a Torre Eiffel?
As tarifas oficiais para adultos vão de € 14,80 pelas escadas até o 2º andar, passando por € 23,50 pelo 2º andar de elevador e € 28,00 por escadas mais elevador até o topo, chegando a € 36,70 pelo topo inteiramente de elevador. Jovens de 12 a 24 pagam cerca da metade e crianças de 4 a 11 cerca de um quarto; menores de 4 anos entram de graça com um ingresso de zero euro.
O que um ingresso “sem fila” realmente pula?
A fila da bilheteria, que qualquer ingresso comprado antes já evita, inclusive o oficial mais barato. Ele não pula a inspeção de segurança, pela qual todo mundo passa independentemente do preço pago. Um ingresso de revenda mais caro compra um acompanhante, uma vaga garantida numa data esgotada ou um extra como refeição ou passeio de barco, não uma entrada mais rápida.
A que horas é o pôr do sol em Paris?
Depende muito da época, ao contrário do Brasil. No fim de junho o sol se põe por volta das 22h; no fim de dezembro, por volta das 17h. Confira o horário exato da sua data antes de escolher a faixa e entre cerca de uma hora antes do pôr do sol para pegar a luz dourada, o anoitecer e o primeiro cintilar com o mesmo ingresso.
Janeiro é uma boa época para subir na Torre Eiffel?
É a época com menos fila, mas também o inverno parisiense: dias curtos, frio e céu baixo com frequência, o que limita a vista do topo. É ainda quando costumam ocorrer as manutenções programadas dos elevadores, em geral em janeiro e fevereiro, então confira o site oficial antes de contar com o topo.
Dá para subir de escadas até o topo?
Não. A escada pública termina no 2º andar depois de 674 degraus, e o topo só se alcança de elevador. O ingresso combinado de € 28,00 — escadas na subida e depois o elevador do topo a partir do 2º andar — é a forma mais barata de chegar aos 276 metros.
O Paris Museum Pass vale na Torre Eiffel?
Não. A torre é operada pela SETE e fica fora desse sistema, então o ingresso precisa ser comprado à parte mesmo que você tenha o Museum Pass para o Louvre e outros museus. Também não existem tarifas para idosos nem tarifa família.
Com quanta antecedência reservar?
Os ingressos oficiais de elevador são liberados cerca de 60 dias antes e os de escada cerca de 40 dias. De abril a outubro, reserve assim que as suas datas abrirem, principalmente para o topo e para faixas perto do pôr do sol. Fora de temporada, uma a duas semanas costuma bastar, mas fins de semana e feriados lotam mais rápido.
As obras do metrô atrapalham o acesso neste outono europeu?
Sim, aos domingos. A linha 6 fica interrompida entre Charles de Gaulle–Étoile e La Motte-Picquet–Grenelle em 6 e 20 de setembro, 4, 11 e 18 de outubro e 8 e 22 de novembro de 2026, o que fecha a estação Bir-Hakeim. Há ônibus substitutivo. Nesses dias, use Trocadéro na linha 9, École Militaire na linha 8 ou o RER C.
O que acontece se o topo fechar por causa do vento?
Ele fecha sem aviso com vento forte ou tempestade, e também para manutenção programada dos elevadores, em geral em janeiro e fevereiro. Os visitantes ficam no 2º andar e os ingressos em geral não são reembolsados depois de iniciada a visita. Confira o status no mesmo dia no site oficial ou no aplicativo.
Santos-Dumont realmente contornou a Torre Eiffel?
Sim. Em 19 de outubro de 1901, com o dirigível nº 6, ele saiu do Parc de Saint-Cloud, deu a volta na Torre Eiffel e voltou ao ponto de partida em 29 minutos e 30 segundos, cumprindo as regras do prêmio Deutsch de la Meurthe, de 100 mil francos. O prêmio foi concedido oficialmente em 4 de novembro de 1901, e ele dividiu o valor entre os seus mecânicos e os pobres de Paris.
Dá para ver a Torre Eiffel de graça?
Sim. A iluminação cintila por cinco minutos no início de cada hora depois de escurecer e é vista de graça de qualquer ponto com linha de visão: o Trocadéro para a vista frontal, o gramado do Champ-de-Mars, ou a ponte de Bir-Hakeim para a diagonal sobre o rio. Pago é só subir.
Como reservar a sua visita
Comece pela bilheteria oficial da Torre Eiffel: mesmo preço online e no guichê, e sempre a opção mais barata enquanto houver vaga nas suas datas. Se estiver esgotado, as plataformas de revenda têm cotas próprias.
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