Ingressos para o Museu do Louvre: o que saber antes de reservar

Last Updated on 10/09/2026

Quanto você vai pagar como brasileiro, o que o “sem fila” realmente pula, horários, por qual porta entrar, e a Paris que formou o modernismo brasileiro.

Vai visitar o Louvre? Duas coisas mudaram a conta este ano, e a primeira atinge você diretamente: desde 14 de janeiro de 2026 o museu cobra dois preços diferentes, e o Brasil está na faixa mais cara. A segunda é que o Louvre funciona com horário marcado obrigatório — ou seja, aquilo pelo que muita gente paga a mais já vem incluído no ingresso mais barato.

Nesta página: quanto você paga e por quê, o que o “sem fila” realmente pula, o que fazer se suas datas estiverem esgotadas, por qual porta entrar, horários e dias fechados, quando é de graça, como chegar, a questão do idioma, a Paris que formou Tarsila, opções com guia e como pedir um guia particular em português.

A OfficialGuides é um diretório de guias credenciados independentes, não a bilheteria do Louvre, que é ticket.louvre.fr. Os dois links de tours desta página são links de afiliado para um revendedor autorizado; o preço que você paga não muda.

Resumo

O essencial do Louvre

Preço: 32 € para brasileiros e demais visitantes de fora do EEE; 22 € para residentes da UE e do EEE. Vigente desde 14 de janeiro de 2026.
Grátis: menores de 18 anos de qualquer nacionalidade — inclusive brasileiros —, residentes da UE/EEE de 18 a 25 anos, primeira sexta-feira do mês após as 18h (exceto julho e agosto) e 14 de julho.
Horários: 9h–18h; noturno até 21h45 às quartas e sextas. Fechado às terças, além de 1º de janeiro, 1º de maio e 25 de dezembro.
Reserva: o horário marcado é obrigatório. Todo ingresso inclui um — isso é o sistema sem fila.
Porta mais rápida: Carrousel du Louvre, pela Rue de Rivoli 99 ou direto do metrô.
Mona Lisa: ala Denon, 1º andar, Sala 711.
Tempo necessário: 3 a 4 horas para o essencial; 2 horas para as três obras-estrela.
Bilheteria oficial: ticket.louvre.fr

Longa fila de visitantes diante da pirâmide de vidro do Louvre, em Paris

A fila de compra na pirâmide. Quem tem horário marcado passa direto — inclusive quem pagou o preço oficial no site do museu.

Quanto custa o ingresso para um brasileiro

Em 14 de janeiro de 2026, o Louvre passou a cobrar dois preços diferentes pela primeira vez na sua história. Vale ser direto sobre o que isso significa para você.

Brasileiros pagam 32 €. O Brasil não faz parte da União Europeia nem do Espaço Econômico Europeu, então você entra na faixa mais cara. É um aumento de 45 % sobre o que se pagava em 2025. Americanos, britânicos, chineses e suíços estão na mesma situação.

Residentes da UE e do EEE pagam 22 €. Isso inclui Portugal — vale lembrar se você estiver viajando com família portuguesa. O critério é residência ou nacionalidade, não onde você compra o ingresso. Um brasileiro com residência legal em Lisboa paga 22 €; leve documento que comprove.

Seus filhos entram de graça. Menores de 18 anos não pagam, qualquer que seja a nacionalidade. Para uma família brasileira com duas crianças, isso muda bastante a conta: dois adultos a 32 € e nada pelos filhos. Mas mesmo a entrada gratuita exige horário marcado — e é aí que muita gente é barrada na porta.

Por que o preço subiu. O aumento financia um programa de reforma anunciado no início de 2025, depois que a direção do museu descreveu a visita como uma “provação física” e apontou áreas em péssimo estado. A urgência explodiu em outubro de 2025, quando ladrões levaram, em plena luz do dia, oito joias da Coroa francesa avaliadas em cerca de 88 milhões de euros da Galeria de Apolo. Versalhes, o Museu d’Orsay, o Centro Pompidou e a Sainte-Chapelle adotaram preços em dois níveis no mesmo mês.

O que o ingresso padrão cobre. Toda a coleção permanente: as três alas (Denon, Sully, Richelieu), todos os andares e as cerca de 35.000 obras expostas, além da maioria das exposições dentro das salas permanentes. As grandes mostras do Hall Napoléon costumam exigir ingresso à parte, em geral 4 a 6 € a mais.

O preço que você deve esperar pagar. 32 €, reservados direto em ticket.louvre.fr. Esse é o valor de face e é ali que você deve olhar primeiro. Se vir um ingresso simples anunciado bem acima disso, você está pagando a margem de um revendedor, não um acesso mais rápido. A próxima seção explica por quê.

O que o “sem fila” realmente pula no Louvre

Esta é a parte para ler com calma, porque é onde o orçamento de viagem vaza.

O Louvre funciona com horário marcado obrigatório. Todo ingresso — o de 22 €, o de 32 € e até os gratuitos — está ligado a uma janela de chegada de 30 minutos que você escolhe ao reservar. No dia, você vai para a fila de entrada reservada, não para a fila comum. Isso é o sistema sem fila, e já vem dentro do ingresso padrão.

Então, quando uma plataforma anuncia um ingresso “sem fila” ou “acesso rápido” para o Louvre por 40, 50 ou 80 €, ela não está vendendo uma entrada mais rápida do que a de 32 € do site oficial. O valor extra compra outra coisa: um guia, um audioguia, um anfitrião que leva você até a Mona Lisa, um horário noturno, ou simplesmente disponibilidade numa data que o site oficial mostra esgotada. Tudo isso pode valer a pena — só é bom saber o que se está comprando.

A única fila que ninguém pula. O controle de segurança é obrigatório e funciona como o de aeroporto. Nenhum ingresso, tour ou faixa de preço isenta você. Reserve 15 a 20 minutos e chegue um pouco antes do seu horário.

Quando pagar mais faz sentido de verdade. Três situações. Suas datas estão esgotadas no site oficial e um revendedor ainda tem vagas. Você quer um guia credenciado, que o ingresso do Louvre não inclui. Ou quer um horário noturno acompanhado, quando as salas estão mais vazias e os noturnos oficiais já acabaram.

Se suas datas estiverem esgotadas

Essa é a situação real de boa parte de quem chega a páginas como esta — e ela pesa mais para quem vem do Brasil, porque a passagem já está comprada e as datas não se mexem. Siga esta ordem.

Primeiro, veja os dias vizinhos. Se seus dias em Paris tiverem qualquer flexibilidade, muitas vezes sobra vaga numa quinta quando o sábado está cheio. O calendário oficial mostra o mês inteiro: olhe o mês todo, não só a data que você tinha em mente.

Depois, veja os noturnos. Os horários de quarta e sexta à noite enchem mais tarde que os da manhã, porque pouca gente pensa no Louvre como museu noturno. Se der para mudar a visita para as 18h ou 19h num desses dois dias, você costuma achar vaga onde de manhã não há nada. E as salas ficam mais vazias mesmo.

Confira se alguém do grupo entra de graça. Filhos menores de 18 anos têm cota própria, separada da dos ingressos pagos, então pode haver vaga gratuita quando as pagas acabaram. Ainda assim é preciso reservar o horário de cada um.

Se nada disso funcionar, as plataformas de revenda têm estoque separado. Os operadores de tour recebem suas próprias vagas de entrada com antecedência, e é por isso que os tours guiados continuam disponíveis depois que os ingressos simples esgotaram. Você paga acima do valor de face, e o que compra é disponibilidade mais um guia — não uma entrada mais rápida, que o seu ingresso já teria. Numa viagem em que a passagem para a Europa já foi paga, costuma ser uma troca razoável.


👥 Quando o site oficial está esgotado
Tour semiprivativo (até 6 pessoas) — veja as datas restantes →
Os operadores têm cota própria de entrada, então costuma sobrar vaga aqui depois que os ingressos simples acabam.

Por qual porta entrar

A porta que você escolhe pesa mais na sua espera do que o ingresso que comprou, e quase ninguém planeja isso.

A pirâmide de vidro é a entrada principal e icônica — e a mais lenta, porque é para lá que vai todo mundo que não pensou no assunto. Bonita, cheia, e com a fila de segurança mais longa das três.

O Carrousel du Louvre é a porta para quem já tem ingresso reservado. É subterrânea, acessada pela Rue de Rivoli 99 ou direto da estação de metrô Palais Royal–Musée du Louvre, sem sair para a rua. A fila de segurança ali é quase sempre mais curta e é a entrada padrão da maioria dos tours reservados. Com chuva ou com calor de julho, só isso já justifica a volta.

A Porte des Lions dá direto na ala Denon. Foi totalmente reformada e reabriu no fim de 2025, dando acesso rápido às salas de pintura italiana e espanhola do segundo andar. O horário dela é limitado e muda sem muito aviso: só conte com ela se confirmar que está aberta no dia da sua visita.

Entrada subterrânea do Carrousel du Louvre, acessada pela Rue de Rivoli, em Paris

A entrada do Carrousel du Louvre, pela Rue de Rivoli 99 ou direto do metrô. Costuma ter a fila de segurança mais curta das três.

Horários e dias fechados

O Louvre abre todos os dias, exceto às terças. Horário padrão das 9h às 18h, com abertura noturna até as 21h45 às quartas e sextas. A última entrada é uma hora antes do fechamento e os funcionários começam a esvaziar as salas 30 minutos antes.

DiaHorário
Segunda-feira9h – 18h
Terça-feiraFechado
Quarta-feira9h – 21h45 (noturno)
Quinta-feira9h – 18h
Sexta-feira9h – 21h45 (noturno)
Sábado9h – 18h
Domingo9h – 18h

Também fecha em 1º de janeiro, 1º de maio e 25 de dezembro. Se um feriado cair numa terça, o museu continua fechado: não abre para compensar.

Os melhores horários. A lotação é maior entre 11h e 15h, e pior nos fins de semana de junho a setembro — que é exatamente quando muitos brasileiros viajam, nas férias de julho. Duas janelas boas: logo na abertura das 9h numa quarta ou quinta, ou a partir das 17h30 no noturno de quarta e sexta. Abril–maio e setembro–outubro são bem mais tranquilos.

Quando o Louvre é de graça

Além de quem sempre entra de graça, o museu abre gratuitamente para todos na primeira sexta-feira de cada mês depois das 18h — suspenso em julho e agosto — e no dia 14 de julho.

O problema é real. Mesmo a entrada gratuita exige horário reservado, e essas vagas somem poucas horas depois de liberadas. Espere salas lotadas nessas noites. Se sua prioridade é realmente ver arte e não economizar 32 €, um horário pago numa manhã de dia de semana é a troca melhor.

Como chegar

O Louvre fica na margem direita do Sena, no 1º arrondissement, bem no centro de Paris.

🚇 De metrô

As linhas 1 e 7 param em Palais Royal – Musée du Louvre, com ligação subterrânea direta à entrada do Carrousel: você não sai para a rua. A linha 14 para perto, em Pyramides.

🚌 De ônibus

As linhas 21, 27, 39, 68, 72 e 95 param a uma curta caminhada. A 72 corre pela beira do Sena e passa bem em frente ao museu.

🚕 De táxi ou carro

Cerca de 15 minutos do centro de Paris. O museu não tem estacionamento; o mais próximo é o subterrâneo do Carrousel, com entrada pela Avenue du Général Lemonnier.

🚶 A pé

Da maioria dos bairros centrais, são 20 a 40 minutos pela beira do Sena, passando pelo Jardim das Tulherias e pela Pont des Arts.

A questão do idioma: o que existe em português e o que não existe

Vale ser direto aqui, porque a informação circula errada.

Audioguia. O audioguia oficial do museu cobre várias línguas e costuma incluir o português. Confirme no balcão de aluguel, no saguão de entrada, mas essa parte normalmente está resolvida.

Tours em grupo. Aqui está a lacuna real. Os tours guiados em grupo oferecidos pelas plataformas de reserva saem em inglês, francês, espanhol, italiano e alemão — português quase nunca. Se você reservar um tour em grupo pensando que será em português, provavelmente vai passar duas horas ouvindo inglês.

Placas e legendas. A sinalização do museu é em francês e inglês. As fichas técnicas ao lado das obras são, em geral, só em francês. Mais um motivo para ler sobre o percurso antes de ir.

O que sobra. Três caminhos práticos: o audioguia oficial, um aplicativo de audioguia baixado antes da viagem (leve fone e bateria), ou um guia particular credenciado que fale português — que, na prática, é a única forma de ter explicação ao vivo no seu idioma dentro do Louvre.

A Paris que formou o modernismo brasileiro

Há uma camada dessa visita que quase nenhum guia geral menciona, e que muda o jeito de andar pelas salas.

Tarsila do Amaral chegou a Paris em 1920. Matriculou-se na Académie Julian, uma das poucas escolas de arte que na época aceitavam mulheres e estrangeiras, e ali pintou modelo vivo pela primeira vez. Depois passou pelo ateliê de Émile Renard e pela Académie Émile Bernard, onde começou a soltar a pincelada e a abandonar as cores terrosas do academismo que aprendera em São Paulo.

Voltou ao Brasil em 1922, bem a tempo da Semana de Arte Moderna, e fundou com Anita Malfatti, Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Menotti del Picchia o Grupo dos Cinco. Numa segunda temporada parisiense, a partir de 1923, estudou com André Lhote, depois com Albert Gleizes e Fernand Léger — o cubismo no centro do aprendizado. Foi dessa mistura que saíram A Negra, Abaporu e a Antropofagia.

Por que isso importa dentro do Louvre. A formação acadêmica de Tarsila em Paris passava obrigatoriamente pelos mestres antigos: copiar, medir, entender composição clássica antes de rompê-la. As salas de pintura italiana e francesa que você vai atravessar eram a escola oficial da qual toda a geração dela precisou sair para inventar uma arte brasileira. Quando você estiver na Grande Galerie, está no mesmo corredor que ela percorreu antes de pintar o Abaporu.

Vale lembrar também que ela não estava sozinha: Anita Malfatti passou por Berlim e Nova York, Di Cavalcanti viveu anos em Paris, e a geração inteira do modernismo brasileiro se formou olhando exatamente estas paredes. É uma visita com mais camadas do que a corrida até a Mona Lisa sugere.

O que ver e quanto tempo reservar

Com mais de 35.000 obras em oito departamentos, o Louvre premia um plano muito mais do que a tentativa de ver tudo. Para a maioria de quem vai pela primeira vez, três a quatro horas bastam: as obras-estrela mais uma coleção que realmente interesse. Com duas horas, dá para fazer as três principais andando com eficiência.

Mona Lisa

Ala Denon, 1º andar, Sala 711 (Salle des États). Atrás de vidro blindado, a cerca de quatro metros. A maioria tem 30 a 60 segundos. Deve mudar para uma sala própria sob a Cour Carrée por volta de 2031, mas por enquanto está ali.

Vênus de Milo

Ala Sully. A Afrodite grega que definiu a beleza clássica para a Europa moderna — e bem mais fácil de contemplar de verdade que a Mona Lisa.

Vitória Alada de Samotrácia

No topo da escadaria Daru, na montagem mais teatral do museu. Você sobe em direção a ela; o efeito é proposital.

A Liberdade Guiando o Povo

O ícone de Delacroix, nas galerias de grande formato da ala Denon — mesmo percurso da Mona Lisa, fácil de combinar.

Para onde vai quem já foi. A ala Richelieu tem os aposentos de Napoleão III, a pintura do norte da Europa com Vermeer e Rembrandt, e a coleção mesopotâmica com o Código de Hamurabi. Recebe uma fração da multidão da Denon. As antiguidades egípcias da ala Sully também são subestimadas.

Um detalhe que quase todo mundo perde: bem em frente à Mona Lisa está As Bodas de Caná, de Veronese, com quase 7 por 10 metros o maior quadro do Louvre. Ninguém vê, porque a sala inteira está virada para o outro lado. Vire-se.

Use sapatos confortáveis — 15.000 a 20.000 passos lá dentro são normais — e baixe o aplicativo oficial do Louvre antes de chegar. Só o mapa já evita muita volta errada num prédio em que até os parisienses se perdem.

Visitantes fotografando a Mona Lisa na ala Denon do Louvre

A Mona Lisa na Sala 711 da ala Denon. A lotação é maior entre 10h30 e 15h.

Visite o Louvre com um guia particular em português

O ingresso com horário marcado leva você até a porta. Um guia particular credenciado que fala português transforma 35.000 obras nas trinta que importam para você: lê as salas, monta o roteiro e cuida da entrada, para que seu tempo seja gasto olhando arte e não mapas.

Como os tours em grupo praticamente não saem em português, um guia particular é a forma realista de ter explicação ao vivo no seu idioma. Para ter uma ideia, um guia credenciado em Paris cobra em torno de 80 a 100 € por hora para o grupo inteiro, não por pessoa, com os ingressos pagos à parte. Para uma família de quatro, isso costuma sair mais barato por cabeça do que um tour semiprivativo — e o ritmo é o seu. Você fecha direto com o guia, sem comissão de agência no meio.

SOLICITE UM GUIA PARTICULAR EM PORTUGUÊSA OfficialGuides conecta você diretamente com guias credenciados independentes, sem agência no meio. Informe no formulário nome e sobrenome, telefone com código do país, e-mail, datas da viagem, número de pessoas e os lugares que gostaria de visitar. Os guias disponíveis responderão diretamente com disponibilidade e preço.

Opções com guia, comparadas ao ingresso oficial

Para ficar claro, veja o preço de entrada ao lado das opções acompanhadas. Lembre que todas incluem o mesmo horário marcado: a diferença é o que vem junto.

OpçãoPreço
Site oficial, só entrada
Horário marcado incluído. Reserve em ticket.louvre.fr: comece aqui e procure em outro lugar só se suas datas acabaram.
32 € (brasileiros)
Guia particular em português
Cerca de 80–100 € por hora para o grupo inteiro, ingressos à parte. A única forma de ter explicação ao vivo em português. Solicite pelo formulário acima.
a partir de 80 €/h por grupo
Tour semiprivativo (até 6)
Entrada mais guia num grupo pequeno o bastante para fazer perguntas. Sai em inglês, francês ou espanhol — não em português. Para quem já pagou 32 € de entrada, o guia sai por cerca de 117 €.
a partir de 149 €
Ver disponibilidade →
Tour guiado ao entardecer
Horário de quarta ou sexta à noite com guia, quando o museu está mais vazio. Frente a um ingresso de 32 €, o noturno guiado acrescenta cerca de 42 €. Útil quando os noturnos oficiais já esgotaram.
a partir de 74 €
Ver disponibilidade →

Os preços dos tours são valores iniciais e variam conforme data e disponibilidade. Nenhum ingresso ou tour, a qualquer preço, isenta do controle de segurança.

Perguntas frequentes

Quanto custa o ingresso do Louvre para brasileiros?

32 €. O Brasil não faz parte da União Europeia nem do Espaço Econômico Europeu, então brasileiros pagam a tarifa mais alta, em vigor desde 14 de janeiro de 2026. Residentes da UE e do EEE pagam 22 €. Menores de 18 anos entram de graça, qualquer que seja a nacionalidade — inclusive brasileiros — mas ainda precisam de horário marcado.

Existe audioguia e tour em português no Louvre?

O audioguia oficial do museu costuma incluir português; confirme no balcão de aluguel no saguão. Já os tours guiados em grupo praticamente não saem em português: as plataformas oferecem inglês, francês, espanhol, italiano e alemão. Para explicação ao vivo em português, a via realista é contratar um guia particular credenciado.

O que o ingresso “sem fila” realmente pula?

Nada que o ingresso padrão já não pule. Todo ingresso do Louvre, inclusive os gratuitos, vem com horário marcado obrigatório, e quem tem horário usa a fila reservada em vez da comum. Um ingresso mais caro de revendedor compra guia, audioguia, horário noturno ou disponibilidade numa data esgotada, não entrada mais rápida. Nada isenta do controle de segurança.

Meus filhos pagam ingresso no Louvre?

Não. Menores de 18 anos entram de graça, qualquer que seja a nacionalidade. Mas cada criança precisa de um horário marcado reservado, mesmo sendo gratuito — sem isso vocês podem ser barrados na entrada.

Preciso reservar com antecedência?

Sim. O horário marcado é obrigatório e as vagas esgotam com frequência na alta temporada, principalmente de manhã e nos fins de semana. Julho e agosto, quando muitos brasileiros viajam, são os meses mais cheios. Entre abril e outubro, reservar com vários dias de antecedência é bem mais seguro.

Qual é o horário do Louvre?

Das 9h às 18h na maioria dos dias, com abertura noturna até as 21h45 às quartas e sextas. Fechado todas as terças, além de 1º de janeiro, 1º de maio e 25 de dezembro. A última entrada é uma hora antes do fechamento.

Quando o Louvre é de graça?

Grátis para todos na primeira sexta-feira de cada mês depois das 18h, exceto julho e agosto, e no dia 14 de julho. Menores de 18 anos e residentes da UE/EEE com menos de 26 são sempre gratuitos. Em todos os casos é preciso reservar horário, e as vagas gratuitas somem em poucas horas.

Qual porta tem a fila mais curta?

A do Carrousel du Louvre, acessada pela Rue de Rivoli 99 ou direto do metrô Palais Royal–Musée du Louvre, sem sair para a rua. A fila de segurança ali é quase sempre mais curta que a da pirâmide de vidro.

Onde fica a Mona Lisa?

Ala Denon, 1º andar, Sala 711, a Salle des États. Deve mudar para uma sala própria sob a Cour Carrée por volta de 2031, mas por enquanto está ali. Bem em frente está As Bodas de Caná, de Veronese, o maior quadro do museu, que quase ninguém olha.

Vale a pena o Paris Museum Pass para o Louvre?

O passe cobre a entrada, mas você ainda precisa reservar horário pelo sistema do próprio Louvre, e a cota para portadores do passe é limitada e acaba cedo. Só compensa se você for visitar vários lugares cobertos em poucos dias. Para uma única visita ao Louvre, não sai mais barato que um ingresso de 32 €.

Posso entrar com mala ou mochila grande?

Malas e volumes grandes não são aceitos. Tudo acima do tamanho de bagagem de mão precisa ficar em outro lugar; bolsas menores vão para o guarda-volumes gratuito depois do controle. Tripés e pau de selfie não são permitidos nas salas.

Sobre esta página. Escrita e mantida pela equipe editorial da OfficialGuides, formada por guias credenciados e profissionais de turismo. A OfficialGuides.com é um diretório que conecta viajantes diretamente com guias credenciados independentes no mundo todo. Preços, horários e informações de acesso são conferidos com fontes oficiais e atualizados sempre que mudam. Última revisão: setembro de 2026.

Como reservar

Comece em ticket.louvre.fr para pagar o valor de face com horário marcado incluído. Se suas datas estiverem esgotadas, ou se você quiser um guia e não só um ingresso, compare as opções acima.

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