Last Updated on 28/10/2026
Louvre, Versalhes e bate e volta até o Mont Saint-Michel com guia credenciado que fala português
Sete passeios pela cidade e seis bate e voltas saindo de Paris, com preço por grupo em euros e em reais
Quem procura um passeio em Paris em português costuma encontrar duas coisas: tours de plataformas com preço “a partir de”, sem dizer se o valor é por pessoa ou pelo grupo, e indicações de brasileiros que moram na cidade e mostram Paris aos visitantes. Esta página explica o que muda quando você contrata um guia credenciado em português (guide-conférencier): ele é o único que pode comentar as salas do Louvre, do Palácio de Versalhes e da Catedral de Notre-Dame, e aqui cada passeio tem um preço por grupo, não por pessoa, em euros e com o valor aproximado em reais.
Peça um guia credenciado em português para sua viagem a Paris
Informe os passeios, as datas e quantas pessoas viajam; o pedido vai para guias credenciados que trabalham em Paris, e quem aceitar responde diretamente a você, em português.
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A pirâmide, entrada principal do Louvre (ai illustrated)
Tipos de tour privado em Paris
Museus com guia em português
Louvre, Museu d’Orsay e Museu do Exército, nos Inválidos, com ingressos de grupo reservados pelo guia.
Passeios a pé em português
Île de la Cité, Montmartre e Marais a pé, e um roteiro pelo essencial de Paris, a pé e de metrô.
Bate e volta em português
Versalhes, Giverny, Champagne, Vale do Loire, Normandia e Mont Saint-Michel, de trem ou de carro.
Opções premium
Carro com motorista o dia todo, degustação em casas de champanhe e roteiros de dois dias na Normandia, com orçamento à parte.
Quanto custa um tour privado em Paris com guia em português
Os valores abaixo são aproximados: cada guia define o próprio preço, e o valor final é combinado com o guia. A base é de cerca de 90 a 120 € por hora, sempre para o grupo inteiro, não por pessoa. Acima de quatro horas, o total cai 5% por hora extra, então um dia de oito horas sai 20% mais barato do que oito horas avulsas. Ingressos, taxas de grupo, degustações, refeições e transporte são pagos à parte. Os valores em reais usam a taxa de referência do Banco Central Europeu de 24 de setembro (1 € = R$ 5,8890), arredondada; o pagamento é feito em euros.
| Passeio | Duração | Preço habitual por grupo | Em reais (aprox.) |
| Por hora | mínimo de três horas | 90–120 € | R$ 530–705 |
| O essencial de Paris | quatro horas | 360–480 € | R$ 2.120–2.825 |
| Louvre, Orsay, Île de la Cité, Montmartre, Marais, Inválidos | três horas cada | 270–360 € | R$ 1.590–2.120 |
| Versalhes dia inteiro, Giverny | oito horas | 580–770 € | R$ 3.415–4.535 |
| Champagne | dez horas | 630–840 € | R$ 3.710–4.945 |
| Vale do Loire, Normandia | doze horas | 650–860 € | R$ 3.830–5.065 |
| Mont Saint-Michel | treze horas | 640–860 € | R$ 3.770–5.065 |
Para comparar: na Civitatis, o tour privado em Paris com guia que fala português aparece “a partir de” US$ 207,91, e a página não informa se o valor vale para o grupo ou por pessoa. Antes de reservar qualquer passeio, vale perguntar isso.
O Brasil não faz parte do Espaço Econômico Europeu (EEE), então o brasileiro paga a tarifa cheia dos ingressos individuais; quem tem residência num país do EEE paga a tarifa reduzida. Numa visita guiada privada, porém, valem os ingressos de grupo, que têm o mesmo preço para todas as nacionalidades:
| Local | Ingresso |
| Louvre, visita de grupo guiada | 20 € de reserva por grupo de até seis, mais 28 € por pessoa |
| Louvre, ingresso individual (fora do EEE / EEE) | 32 € / 22 € |
| Museu d’Orsay | 16 € on-line, 14 € na bilheteria |
| Museu do Exército e túmulo de Napoleão | 17 €, meia 12 € |
| Versalhes, visita de grupo | 25 € por pessoa, mais 10 € pelos jardins de abril a outubro |
| Versalhes, Passaporte individual fora do EEE, alta / baixa temporada | 35 € / 25 € |
| Casa e jardins de Monet, Giverny | 13 € |
| Castelo de Chambord (fora do EEE / EEE) | 31 € / 21 € |
| Abadia do Mont Saint-Michel, baixa / alta temporada | 13 € / 16 € |
| Notre-Dame | Gratuita; fones de ouvido alugados nas visitas guiadas |
Menores de 18 anos entram de graça no Louvre e em Versalhes, qualquer que seja a nacionalidade.
Guia credenciado, guia brasileira que mora em Paris ou motorista-guia
A lei francesa regulamenta uma única profissão de guia, a de guide-conférencier. O artigo L221-1 do Code du tourisme reserva as visitas comentadas nos museus com o título musées de France e nos monumentos históricos protegidos a quem tem a carteira profissional, quando a visita é vendida por um operador de turismo. Pelo artigo R221-13, a carteira é emitida pelo prefeito do local onde o guia está estabelecido. Mostrar a cidade na rua não é atividade regulamentada.
Em fóruns de viagem brasileiros há tópicos inteiros recomendando guias brasileiras que moram em Paris, e nas excursões de ônibus aparece com frequência a figura do “motorista-guia”. Essas pessoas podem ajudar muito com o transporte e com dicas da cidade, mas não podem comentar as obras dentro do Louvre nem de Versalhes. Nos anúncios, o guia com carteira aparece com outros nomes, como guia especializado ou certificado; o que conta é a carteira de guide-conférencier.
A OfficialGuides é uma plataforma de guias credenciados. Em Paris, ela encaminha seu pedido a guias que têm a carteira profissional prevista no Code du tourisme, e quem aceitar fala com você diretamente para combinar o roteiro, os horários e o preço.
Louvre
O Louvre concede o direito de falar ao grupo nas salas (droit de parole) aos titulares da carteira de guide-conférencier e a algumas outras categorias, como conferencistas de museu e professores com seus alunos. A visita privada conta como visita de grupo: até seis participantes mais o responsável, com reserva na bilheteria de grupos, que exige conta profissional. Por isso quem reserva é o guia. Ingresso individual não vale para visita de grupo, e um grupo que chega com alguém sem a carteira não entra como grupo nem recebe reembolso.
Notre-Dame
Toda visita guiada profissional dentro da catedral exige, desde 1º de julho, reserva antecipada, fones de ouvido alugados do fornecedor oficial e um guide-conférencier com a carteira à vista. A regra vale a partir do primeiro visitante; o grupo vai de duas a vinte e cinco pessoas, contando o guia, e fica no máximo uma hora lá dentro. Entrar na catedral continua sendo gratuito.
Versalhes
O palácio só recebe grupos guiados conduzidos por guia com carteira profissional. O ingresso de grupo tem preço único para todas as nacionalidades, ao contrário do ingresso individual.
Passeios privados em Paris com guia em português
Os passeios pela cidade duram três ou quatro horas, com ingressos pagos por pessoa.
O essencial de Paris em português

Notre-Dame, vista da praça da catedral
Um primeiro dia que liga os grandes cartões-postais num só roteiro: Île de la Cité e Notre-Dame, o pátio do Louvre e o Jardim das Tulherias, a Praça da Concórdia, a Champs-Élysées e o Arco do Triunfo, terminando com a vista da Torre Eiffel. Trechos curtos de metrô ligam as partes a pé. É um passeio ao ar livre, que combina bem com um museu em outro dia.
Louvre com guia em português
O horário e os ingressos de grupo são comprados na bilheteria profissional do museu, então quem reserva é o guia. O roteiro segue o que você quer ver: antiguidades egípcias, Vênus de Milo, Vitória de Samotrácia, a grande pintura francesa e a Mona Lisa. O museu fecha às terças-feiras. Os preços do ingresso individual estão na tabela de preços acima.
Museu d’Orsay e os impressionistas

O relógio da antiga estação d’Orsay
A antiga estação às margens do Sena reúne uma das maiores coleções de pintura impressionista e pós-impressionista, com o Almoço na Relva, de Manet, e a Pequena Bailarina, de Degas. Durante as obras de reforma, todo visitante precisa reservar horário. Os guias credenciados têm uma entrada prioritária para até seis pessoas, e grupos de sete ou mais não entram aos domingos.
Île de la Cité: Notre-Dame, Sainte-Chapelle e Conciergerie
A ilha onde Paris nasceu: a praça da catedral, a capela real da Sainte-Chapelle com seus vitrais e a Conciergerie, antigo palácio real que virou prisão na Revolução. A visita comentada dentro de Notre-Dame depende de reserva, então o guia garante um horário antes de fechar a data. A caminhada pela ilha e às margens do Sena não precisa de reserva.
Montmartre, Sacré-Cœur e Place du Tertre

O Sacré-Cœur no alto de Montmartre
A colina do Sacré-Cœur, a Place du Tertre, onde pintores ainda fazem retratos, as ruas onde viveram os artistas e o pequeno vinhedo da encosta norte. O caminho tem escadas e ladeiras; se alguém do grupo precisar de um trajeto mais leve, avise no pedido.
Marais e Place des Vosges

A Place des Vosges, no Marais
Os palacetes aristocráticos (hôtels particuliers), a Place des Vosges com suas arcadas e o antigo bairro judeu da Rue des Rosiers. Dá para incluir o Museu Carnavalet, dedicado à história de Paris, instalado num palacete do século XVI.
Inválidos e túmulo de Napoleão

O túmulo de Napoleão sob a cúpula dos Inválidos
Os restos mortais de Napoleão chegaram aos Inválidos numa cerimônia de Estado em 15 de dezembro de 1840, e a igreja sob a cúpula dourada virou seu mausoléu. Um só ingresso dá acesso à igreja do Domo e ao túmulo, às coleções do Museu do Exército, ao Museu da Ordem da Libertação e ao Museu dos Planos em Relevo. Abre todos os dias, menos 1º de janeiro, 1º de maio e 25 de dezembro.
Bate e volta saindo de Paris com guia em português
O preço de cada bate e volta é o do guia pelo dia inteiro com seu grupo; trem ou carro são à parte.
Versalhes: palácio, jardins e Trianon

A Galeria dos Espelhos, primeira parada do dia
De manhã, os grandes aposentos e a Galeria dos Espelhos; depois do almoço, os jardins; à tarde, o domínio de Maria Antonieta no Trianon. Grupos guiados entram com ingresso de grupo e guia credenciado; de abril a outubro há suplemento pelos jardins. O palácio fecha às segundas-feiras.
Giverny: casa e jardins de Monet

O jardim de Monet em Giverny
A casa de Monet, o jardim de flores e o jardim d’água com a ponte japonesa e o lago das ninfeias, depois o vilarejo e o Museu dos Impressionismos. A casa e os jardins só abrem de 1º de abril a 1º de novembro. Alguns roteiros juntam Giverny com Auvers-sur-Oise, a cidade de Van Gogh.
Champagne: Reims, Épernay e Hautvillers

Vinhedos ao redor de Épernay
Cerca de duas horas de estrada: a catedral de Reims, onde eram coroados os reis da França, a adega de uma casa de champanhe em Reims ou na Avenue de Champagne, em Épernay, e o vilarejo de Hautvillers, ligado a Dom Pérignon. Visitas às adegas e degustações são pagas à parte. Algumas casas famosas, como Moët & Chandon e Veuve Clicquot, não recebem visitantes em janeiro e fevereiro.
Castelos do Vale do Loire: Chambord e Chenonceau

O Castelo de Chambord
Chambord, o maior castelo do Loire, com sua escada de dupla hélice, e Chenonceau, construído sobre o rio Cher, com Amboise ou Cheverny como terceira parada se der tempo. O dia começa cedo: cerca de duas horas de estrada em cada sentido, ou uma hora de TGV até Tours.
Praias do Dia D na Normandia

Omaha Beach, na Normandia
Omaha Beach, o cemitério americano de Colleville-sur-Mer logo acima e as falésias da Pointe du Hoc, com um museu conforme o interesse do grupo. O cemitério guarda mais de nove mil soldados americanos, e o Muro dos Desaparecidos lista mais de mil e quinhentos nomes. A Normandia fica a umas três horas de carro, ou duas horas e meia de trem direto até Bayeux ou Caen.
Mont Saint-Michel

O Mont Saint-Michel visto da baía
O vilarejo medieval e a abadia beneditina no alto do rochedo. O acesso ao vilarejo é livre e o ônibus gratuito Le Passeur leva até a passarela; só a abadia é paga. A subida tem muitos degraus. É o bate e volta mais longo, e muita gente prefere dormir uma noite na Normandia e juntar com as praias do Dia D.
Como chegar: trem ou carro
Em Paris, os passeios combinam caminhada com metrô, ônibus ou táxi; as passagens não estão incluídas. Nos bate e voltas, há duas opções. De trem, o guia encontra você na estação ou viaja junto: uma hora de TGV até Tours para o Loire, duas horas e meia até Bayeux ou Caen para a Normandia. De carro, o dia fica mais flexível: cerca de duas horas até Champagne ou o Loire e três até as praias do Dia D.
A pé ou de carro
O carro pode ser dirigido pelo próprio guia ou por um motorista separado. Nos dois casos, carro, combustível, pedágios e estacionamento somam-se ao preço do guia e dependem do número de passageiros. Diga no pedido se precisa de carro e quantas pessoas vão viajar.
Quando ir: temporadas e dias fechados
Giverny só abre de 1º de abril a 1º de novembro. O suplemento de jardins de Versalhes para grupos vale de abril a outubro, e a alta temporada da abadia do Mont Saint-Michel vai de 1º de abril a 30 de setembro. Em Champagne, várias casas grandes fecham em janeiro e fevereiro. O Louvre fecha às terças e Versalhes às segundas, então marque os dois em dias diferentes. O Museu d’Orsay não recebe grupos de sete ou mais aos domingos.
Guias em português e em outros idiomas
A federação nacional de guias da França, a FNGIC, informa ter mais de 1.500 associados no país, trabalhando em mais de cinquenta idiomas. O inglês é o idioma com mais oferta; em português, a oferta é menor, e é por isso que muitos passeios vendidos em sites em português são, na prática, em inglês ou em espanhol. Antes de reservar qualquer tour, confirme o idioma da visita. Se o grupo mistura português e espanhol, avise no pedido, porque há guias que trabalham nos dois idiomas.
Tours privados premium
Para um dia mais confortável, dá para juntar a qualquer passeio uma van ou um carro com motorista o dia todo e busca no hotel, degustações reservadas em casas de champanhe conhecidas, um dia em Versalhes com o Trianon ou um roteiro de dois dias na Normandia com pernoite em Bayeux, unindo as praias do Dia D e o Mont Saint-Michel. Esses serviços têm orçamento separado do preço do guia.
Entrada na França
As regras de entrada dependem da nacionalidade e são definidas em nível europeu. Consulte o site oficial de vistos do governo francês, France-Visas, e o site da União Europeia Travel to Europe, que explica o Sistema de Entrada/Saída (EES) e o ETIAS. Em Versalhes, quem pede a tarifa do EEE pode precisar mostrar documento de identidade ou de residência na entrada.
Perguntas frequentes sobre tour privado em Paris
O preço é por pessoa ou por grupo?
Por grupo. O valor é o do guia para o grupo inteiro; só os ingressos são pagos por pessoa. Os preços são aproximados e variam de guia para guia.
Uma guia brasileira que mora em Paris pode me levar ao Louvre?
Só se tiver a carteira de guide-conférencier. Sem ela, a pessoa não pode comentar as salas para o grupo, e o Louvre não aceita a entrada como grupo guiado nem devolve o valor.
Brasileiro paga mais caro nos museus de Paris?
Nos ingressos individuais, sim: o Brasil está fora do EEE. No Louvre são 32 € em vez de 22 €. Numa visita guiada privada valem os ingressos de grupo, com preço único para todos.
Dá para fazer um bate e volta para a Normandia e o Mont Saint-Michel no mesmo dia?
Dá, mas é muito longo. Os dois ficam a cerca de uma hora e quarenta e cinco de estrada um do outro, e o passeio combinado saindo de Paris dura umas catorze horas; com uma noite na Normandia sobra mais tempo em cada lugar.
O transporte está incluído nos bate e voltas?
Não, o preço cobre o guia. Trem ou carro com motorista são contratados à parte e dependem do número de passageiros.
Quando Giverny está aberto?
De 1º de abril a 1º de novembro. Fora desse período, o Museu d’Orsay é o melhor lugar para ver Monet em Paris.
Reserve seu tour privado em Paris
Escolha os passeios e as datas; o pedido chega a guias credenciados que trabalham em português em Paris.
Dúvidas para a equipe da OfficialGuides
Os preços, os dias de funcionamento e as regras de visita desta página vêm de fontes oficiais e podem mudar; confirme com cada local antes da viagem. Os preços dos guias são aproximados e definidos por cada guia. Veja nosso aviso legal e nossa política de privacidade.
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